Limpando, Armonizando e Transmutando
“Quanto mais tempo eu vivo, mas eu me dou conta do impacto da atitude na vida. Atitude, para mim, é mais importante que fatos. Ela é mais importante do que o passado, do que a educação, do que o dinheiro, do que as circunstâncias, do que o fracasso, do que os outros pensam, dizem ou fazem. É mais importante do que a aparência, dom ou habilidade. Ela fará prosperar ou ruir uma empresa... uma igreja... uma casa. O extraordinário é que todos os dias temos a chance de escolher como vamos encarar aquele dia. Nós não podemos mudar nosso passado... não podemos mudar o fato de que as pessoas agirão de determinada maneira. Nós não podemos mudar o inevitável. A única coisa que podemos fazer é continuar no único caminho que temos; esta é nossa atitude. Estou convencido que a vida é 10% o que acontece comigo e 90% como eu reajo a isso. E assim é com você... estamos no comando das nossas atitudes.”
Charles Swindoll
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O Rei do Rádio
Nascido no interior da Paraíba, começou em sua carreira como radialista, quando trabalhou em Campina Grande.
Grande nome do rádio brasileiro que nos deixou em 2017. Confira um de seus Sucessos. Montagem feita pela Equipe.
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Os Baobás - Baobás - 1968
Faixas:
01. Night in White Satin
02. Hello I Love You
03. Undecided Man
04. Sunny Afternoon
05. Tonite
06. I Love You
07. Orange Skies
08. Baby Come Back
09. Hey Joe
10. Well Respected Man
11. Got to Say Goodbye
12. The Dock of The Bay
DOWNLOAD!
Um disco basicamente de covers, que devido ao mistério em torno da história da banda levou muita gente aos sebos do país atrás de uma cópia do lp. Aquela capa colorida, apenas com o nome da banda em vermelho (sem o "Os"), no entanto, fez a alegria de poucos. Gravado por um selo pequeno - Mocambo/Rozenblit - em 1968, o álbum é uma das maiores raridades da discografia nacional.
A história recontada dos Baobás tem seu ponto alto na presença entre seus integrantes do atual produtor e ex-baixista dos Mutantes, Arnolpho Lima Filho, o Liminha. Aliás, com uma passagem meteórica pela banda, pois participa do único álbum por tabela: ele gravou apenas o compacto com "Ligth My Fire (Doors) e Tonite (Guga, cantor da banda), esta última presente no lp. Liminha, que aparece na capa do compacto, é geralmente confundido fisicamente com o também baixista Nescau, presente na foto do lp.
A história inteira da banda, que desembocou na gravação desse álbum, começa com a beatlemania, quando adotaram o nome de Rubber Souls, e participavam de programas de televisão na capital paulista. Em 1966, estrearam com o compacto Pintada de Preto (Painted It Black, dos Rolling Stones)/Bye Bye My Darling (deles), ao qual seguiram-se mais quatro disquinhos, entre eles Happy Together (Turtles) e Down Down, um punk na linha "nuggets", de autoria do ex-O'Seis (o pré-Mutantes), Rafael Vilardi, então membro da banda.
A primeira e original formação do grupo contava com Ricardo Contins (guitarra), Jorge Pagura (bateria), Carlos (baixo), Renato (guitarra solo) e Arquimedes (pandeiro). Mas pela banda ainda passaram, além dos já citados, Tito, Tuca (ex-Lunáticos, depois Beatniks, Galaxies e Sunday), Guga, Calia e Tico Terpins (depois Joelho de Porco). Do disco, participam (da esquerda para a direita na foto da capa): Tuca, Nescau, Guga, Calia, Tico Terpins e Pagura.
O repertório do álbum é um mergulho na clássica e importada psicodelia da época, incluindo covers para Doors ("Hello, I Love You"), Love ("Orange Skies") e Kinks ("Well, Respected Man"). Em suas doze faixas, ainda rolam hits do momento ("The Dock Of The Bay" - Otis Redding), standars como "Hey Joe" (Jimi Hendrix) e duas interessantes composições próprias - "Tonite" e "Got To Say Goodbye" (do guitarrista Tuca), ambas cantadas em inglês. Com boa qualidade instrumental, o disco sofre um problema de prensagem, responsável por uma espécie de chiado de fundo, que não chega a atrapalhar a audição.
O nome Baobás - árvore gigante e frondosa da África - retirado do livro "O Pequeno Princípe", foi sugestão de Ronnie Von, que também batizou os Mutantes. Além do padrinho, com quem gravou um compacto ("Menina Azul", em 67), o grupo também acompanhou Caetano Veloso pós-Alegria Alegria em programas de televisão e shows, substituindo os Beat Boys. Clássica banda de garagem, com as conhecidas exceções, a maioria dos integrantes virou os anos setenta nas universidades, de onde saíram médicos, dentistas e empresários.
Texto de Fernando Rosa, publicado no site Senhor F.
Guilherme Dalmo |  at 09:37
| 
Os Baobás - Baobás - 1968
Faixas:
01. Night in White Satin
02. Hello I Love You
03. Undecided Man
04. Sunny Afternoon
05. Tonite
06. I Love You
07. Orange Skies
08. Baby Come Back
09. Hey Joe
10. Well Respected Man
11. Got to Say Goodbye
12. The Dock of The Bay
DOWNLOAD!
Um disco basicamente de covers, que devido ao mistério em torno da história da banda levou muita gente aos sebos do país atrás de uma cópia do lp. Aquela capa colorida, apenas com o nome da banda em vermelho (sem o "Os"), no entanto, fez a alegria de poucos. Gravado por um selo pequeno - Mocambo/Rozenblit - em 1968, o álbum é uma das maiores raridades da discografia nacional.
A história recontada dos Baobás tem seu ponto alto na presença entre seus integrantes do atual produtor e ex-baixista dos Mutantes, Arnolpho Lima Filho, o Liminha. Aliás, com uma passagem meteórica pela banda, pois participa do único álbum por tabela: ele gravou apenas o compacto com "Ligth My Fire (Doors) e Tonite (Guga, cantor da banda), esta última presente no lp. Liminha, que aparece na capa do compacto, é geralmente confundido fisicamente com o também baixista Nescau, presente na foto do lp.
A história inteira da banda, que desembocou na gravação desse álbum, começa com a beatlemania, quando adotaram o nome de Rubber Souls, e participavam de programas de televisão na capital paulista. Em 1966, estrearam com o compacto Pintada de Preto (Painted It Black, dos Rolling Stones)/Bye Bye My Darling (deles), ao qual seguiram-se mais quatro disquinhos, entre eles Happy Together (Turtles) e Down Down, um punk na linha "nuggets", de autoria do ex-O'Seis (o pré-Mutantes), Rafael Vilardi, então membro da banda.
A primeira e original formação do grupo contava com Ricardo Contins (guitarra), Jorge Pagura (bateria), Carlos (baixo), Renato (guitarra solo) e Arquimedes (pandeiro). Mas pela banda ainda passaram, além dos já citados, Tito, Tuca (ex-Lunáticos, depois Beatniks, Galaxies e Sunday), Guga, Calia e Tico Terpins (depois Joelho de Porco). Do disco, participam (da esquerda para a direita na foto da capa): Tuca, Nescau, Guga, Calia, Tico Terpins e Pagura.
O repertório do álbum é um mergulho na clássica e importada psicodelia da época, incluindo covers para Doors ("Hello, I Love You"), Love ("Orange Skies") e Kinks ("Well, Respected Man"). Em suas doze faixas, ainda rolam hits do momento ("The Dock Of The Bay" - Otis Redding), standars como "Hey Joe" (Jimi Hendrix) e duas interessantes composições próprias - "Tonite" e "Got To Say Goodbye" (do guitarrista Tuca), ambas cantadas em inglês. Com boa qualidade instrumental, o disco sofre um problema de prensagem, responsável por uma espécie de chiado de fundo, que não chega a atrapalhar a audição.
O nome Baobás - árvore gigante e frondosa da África - retirado do livro "O Pequeno Princípe", foi sugestão de Ronnie Von, que também batizou os Mutantes. Além do padrinho, com quem gravou um compacto ("Menina Azul", em 67), o grupo também acompanhou Caetano Veloso pós-Alegria Alegria em programas de televisão e shows, substituindo os Beat Boys. Clássica banda de garagem, com as conhecidas exceções, a maioria dos integrantes virou os anos setenta nas universidades, de onde saíram médicos, dentistas e empresários.
Texto de Fernando Rosa, publicado no site Senhor F.
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Que sejamos SEDUZIDOS...
a cada dia, pelas cores da vida,
da alma e do coração. Flávia Abib